A turma do terceiro semestre de jornalismo foi à campo e encarou o mundo para fechar a terceira edição do União Informa. A seguir, alguns depoimentos de como foi esse processo:
Minha primeira crônica
Por Débora Menezes
Meu Deus, o que é uma crônica? Essa foi a primeira pergunta que veio no meu pensamento quando me passaram a missão de criar uma crônica para o jornal União Informa.
Chegando em casa, fui diretamente para a internet pesquisar no famoso Google como fazer uma boa crônica. Então, com toda informação que obtive, comecei a escrever.
Escrevi 20 linhas e não saia mais nada, liguei para o professor Edgar Borges perguntando quantos caracteres uma crônica tinha que ter e ele respondeu ´´no mínimo 1.600 caracteres´´.
Ai, ai, ai…mudei três vezes de assunto ate que resolvi falar sobre calcanhar-de-aquiles. Já ouviu falar? Calcanhar-de-aquiles é uma expressão que significa o ponto fraco de alguém. Qual será o calcanhar de Aquiles das pessoas? Isso você vai saber se ler a terceira edição do jornal União Informa.
Minha experiência foi bem legal…acho que aprendi mais alguma coisa desse mundo chamado jornalismo.
Sem assunto, sem pauta
Por Marcus Paulo Miranda Dias
Nessa edição senti muita dificuldade em pensar e elaborar uma pauta, pois estava sem nenhuma idéia que rendesse algo ao ponto de fazer uma matéria jornalística. Ficamos procurando algum projeto ou alguma coisa relacionada à música no bairro, mas não encontramos nada.
Decidimos fazer algo focando a falta de lazer e opção nos bairros União e Santa Tereza, ambos sem nenhum tipo de local adequado para distração e lazer para os moradores. Já no bairro Caranã, encontramos somente um ponto que desenvolve diversos tipos de atividades direcionadas a pessoas de todos os tipos de idade.
Em relação à edição dos materiais, a dificuldade foi muito maior, pois muitos deles foram entregues no prazo de entrega e o tempo para editar foi bem menor. Acho que isso ocorreu por conta da dificuldade que todo o grupo enfrentou para desenvolver idéias inovadoras e que renderiam uma boa matéria para o jornal.
Nada é tão simples
Por Ema Paloma
Nessa terceira edição do jornal União Informa, tive muitas dificuldades pelo fato de que eu mesma teria que me pautar, pois a missão de um pauteiro não é tão simples quanto muita gente pensa.
Além de direcionar o repórter, tem que ter muitas fontes e saber o que é de interesse da sociedade. Por isso, me senti perdida, sem saber em que escrever, por não saber quase nada sobre os bairros. Pensei muito, a ponto de várias vezes tirar dúvidas e pedir sugestões do professor Edgar, e assim fiquei com a pauta de lazer dos bairros União, Santa Teresa e Caranã.
Levei uma semana completa para executar o trabalho de entrevistas, tirar as fotos e encontrar os lugares onde os moradores dos bairros praticam o lazer e entretenimento. Durante as entrevistas tudo correu bem e não tive muita dificuldade na hora das perguntas e de encontrar algum morador do bairro para entrevistar.
A segunda vez é bem melhor
Por Andrielly Lima
Bem, está sendo a segunda vez em que tenho uma experiência aproximada das funções jornalísticas. Desta vez escrevi um artigo, com direcionamento voltado para a política local. Um amigo deu uma olhada, viu se tinha erros… Posso afirmar que foi bem mais prazeroso de fazer do que a minha ultima edição ( a coluna social), pois ao escrever um artigo você expressa sua opinião referente a algum fato.
Procurei falar de um assunto que estivesse ligado ao interesse da população. Espero ter sido clara e objetiva. Se assim não foi, desculpem-me, é coisa de iniciante! O jornal laboratório serve exatamente para isso, para errar e aprender com esses erros. Além de proporcionar uma autocrítica e observação na escrita.
Nesta segunda edição de nossa equipe, tivemos a oportunidade ao lado do professor de analisarmos o que poderia vir a melhorar nessa edição, como as fotos tiradas em horários e equipamentos inapropriados, matérias que necessitavam de um pouco mais de profundidade e clareza e a diagramação que ficou um pouco a desejar.
Desta vez, dividimos a pauta de uma maneira em que não ficasse sobrecarregado para nenhum jornalista, consequentemente não gerando falhas em suas matérias. Cada um tem sua função e se a cumprir o resultado final será o esperado.
Enfim, obrigada a todos pela ajuda e apoio. À equipe pelo desempenho, ao professor pela paciência e compreensão e aos leitores.
Um beijo.