A decadência do fotojornalismo
Nos anos 60 e início dos 70, a simples divulgação de fotografias teve o poder de mudar o curso da história. Em contraste com essa época de ouro, o jornalismo visual contemporâneo inunda o mundo com cartões-postais
É alucinante a cena de três operadores filmando ao redor de um refugiado de Ruanda, faminto, obrigado a arrastar-se até que eles estejam satisfeitos com a sua composição.
No final dos anos 60 e início dos anos 70, apenas algumas dezenas de repórteres fotográficos que trabalhavam nas agências Gamma, Magnum, UPI e Associated Press ou nas grandes revistas como Life e Paris Match eram responsáveis pela produção das imagens sobre a atualidade mundial. 1
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Fotografia Publicitária e Fotografia Jornalística: pontos em comum
Texto apresentado pelo acadêmico Ricardo Cordeiro durante o seu mestrado em Ciências da Comunicação na Universidade de Beira Interior, Portugal.
O arquivo pesa 1,2m e tem 40 páginas. Em PDF.
Da fotografia analógica à ascensão da fotografia
digital
Artigo de Erivam Morais de Oliveira.
Resumo: Com o surgimento da fotografia digital, qualquer cidadão com uma câmera embutida no celular tem a possibilidade de desempenhar o papel antes reservado aos fotojornalistas. O problema central dessa disputa passa por antigos dilemas da fotografia, que ganharam força com a facilidade da préedição e manipulação da imagem. Caso as previsões se concretizem, os fotojornalistas que sobreviverem aos cortes nas redações assumirão um papel diferenciado nos meios de comunicação, executando apenas matérias especiais e convivendo com registros do cotidiano executados por fotógrafos amadores.
Um novo gênero jornalístico: a reportagem em quadrinhos de Joe Sacco
Texto de Ana Camilla Negri.