Terceirosemestre’s Weblog

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UMA CORRERIA, MAS VALEU!

Daiana Saraiva

 

Bom, dessa vez a matéria que escolhi foi um pouco complicada, não por causa dos entrevistados, pelo contrário foram super atenciosos e prestativos inclusive quero agradecer a ajuda que o Ricardo e a Eveline me deram, sem as informações deles não poderia fechar minha matéria.
A minha matéria foi sobre o primeiro emprego, uma matéria que precisava de tempo para ser produzida, e esse tempo que foi o complicado, se dividir entre o trabalho e a faculdade é muito dificil, principalmente quando o tempo é teu inimigo. Tive que dá um jeito e me virar nos trinta, mas no final tudo deu certo. Na verdade obstáculos sempre vão existir quando se trabalha e estuda.
O nosso jornal laboratório é sobre o tema profissões e, não poderia deixar de falar dessa profissão tão bonita que é de jornalista, temos dificuldades sim, qual profissão não tem? Mas é a única que tem a função de informar a sociedade, através da imprensa as pessoas ficam sabendo de assuntos importantes que acontece no mundo.
Com essa disciplina instruída pelo professor Edgar Borges, não tenho dúvidas que escolhi a profissão certa.
Parabéns a todos os jornalistas que penam, mas que amam o que fazem e, a todos os trabalhadores!

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Em busca das raízes do rock

Layse Menezes de Andrade

Primeiramente quero elogiar a elaboração deste trabalho com os alunos do 3º semestre de jornalismo e agora sinto que estou no caminho certo. Quero dizer também que a princípio a matéria sobre o Rock em Roraima estava em meus planos há muitos tempo, porém, com a vinda do Iron Maiden a Manaus pensei que seria interessante falar sobre a minha experiência no show em forma de artigo. Não aconteceu e por sinal fico muito feliz por isso.
Ao entregar a pauta percebi que tinha uma responsabilidade enorme sobre um trabalho que seria intenso e demorado, pois teria que ir a fundo atrás de material que provasse que o rock estava presente aqui nos anos 1980.
O grande desafio foi encontrar alguém que tinha banda naquela época. Tentei o “Geladeira”, baterista da extinta banda Classe Média, mas ele não se mostrou interessado e deu muitas desculpas esfarrapadas. Depois de muito procurar, encontrei o Odely Sampaio por email e foi assim que ele me concedeu uma entrevista que vou guardar pra sempre. Foi por e-mail que consegui falar também com o Manoel da Mr. Jungle, Siddhartha Brasil, Raisa Carvalho e Cesar Augusto da Lepthos. Com eles consegui um material fotográfico que ainda não foi o que esperei, pois peguei só fotos dos anos 1990 e 2000, mas que contribuiu e muito para o meu trabalho. O Odely me enrolou até o ultimo dia do prazo da entrega da matéria.
O melhor dessa história toda foi que conheci o seu Laucides Oliveira que contou sobre a Rádio Roraima e sobre os primeiros conjuntos que tocavam rock aqui em Boa Vista nos anos 60 (essa parte foi retirada da matéria). Me vi inserida num movimento que começou quando eu nem tinha nascido e que anos depois eu estava tocando em bandas e sendo expectadora de muitos shows que tiveram em nossa cidade e conheci um pouco mais sobre o ritmo mais amado e ao mesmo tempo odiado pela sociedade.
A parte mais complicada de toda a elaboração do jornal foi a reunião do grupo. Das reuniões que tivemos apenas cinco pessoas compareceram e no ultimo dia do prazo, às 19h, ainda havia componentes me ligando para entregar matéria. Essa parte foi realmente estressante. No mais, foi tudo muito bom porque aprendi o real significado de esforço e dedicação e espero que na próxima edição do jornal eu também tenha êxito.

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Saúde mental, a pauta

Jussara Freitas

A escolha dessa matéria se deu por afinidade, pois a ciência que estuda a mente humana me fascina. Talvez, por isso, não tenha encontrado tantas dificuldades em desenvolvê-la.
A idéia de entrevistar uma pessoa com transtorno mental foi maravilhosa, porque vivenciei por alguns minutos a triste realidade em que ele se encontra. E esse simples fato, creio, enriqueceu minha matéria. Já dizia Cláudio Abramo em A Regra do Jogo: “A escola tão-somente não faz um bom jornalista, é preciso ainda que ele saiba das coisas e as tenha visto. É preciso andar na rua e saber que ela é feita de paralelepípedos. Não adianta apenas ler a respeito: é necessário pisar aquele chão, sofrer o sol, saber ver nos rostos da multidão o que é uma pessoa e o que é outra”.
Sábado, 28/03, era o dia de entrevistar Maravilha do Sucesso. Senti um enorme nervosismo, pois tinha medo de não saber abordá-lo e ver minha matéria ir para o espaço. Mas, tudo deu certo. Fui acompanhada por meu pai, Rosival Freitas, que me ajudou bastante. Consegui fazer todas as perguntas previstas na pauta e me senti a pessoa mais feliz do mundo.
Na segunda-feira, 30/03, fui falar com a coordenadora do Programa de Saúde Mental do município, Lilian Guettems. Consegui marca a entrevista por meio de minha colega Janini Marques. Ao entrevistá-la não me senti muito a vontade, já que ela parecia me analisar. Mas, apesar disso, ela foi atenciosa e educada. Houve momentos que ela falava umas coisas que me deixaram desnorteada. Por sorte a conversa foi gravada.
No mesmo dia, ainda pela parte da manhã, consegui entrevistar o psiquiatra, mesmo não tendo hora marcada. Aguardei todos os seus pacientes serem atendidos e às 11h40min entrei na sua sala. Foi minha colega de estudo, Débora Barros, que me indicou, afirmando que o doutor Mauro Rezendes é um excelente psiquiatra. Meu entrevistado realmente foi uma pessoa maravilhosa. Atendeu-me muito bem e respondeu todos os meus questionamentos. Nossa conversa durou quase uma hora e não foi gravada porque percebi que a acústica da sala não era favorável, além de ele falar num tom de voz bem baixo. Anotei os pontos principais e o resto do diálogo gravei na memória.
Ainda no mesmo dia entrei em contato com outra colega, Gisele Hansen. Ela trabalha na assessória de comunicação do governo e pedi que me desse o número do telefone da coordenadora do Programa Saúde Mental do Estado e não tardou em me dar a resposta. De imediato liguei para a coordenadora, Conceição Teixeira, que de acordo com suas atividades marcou para terça-feira, 31/03, às 14h. Mas, como imprevistos acontecem, ela só pode chegar 15h45min.
Infelizmente não consegui ter 100% da atenção da coordenadora, porque éramos o tempo todo interrompidas e ela também tinha pressa por causa de seus outros compromissos. Gravei a entrevista que demorou uns 25 minutos e consegui todas as informações.

O ciclista quer chegar até o Japão

O ciclista quer chegar até o Japão

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Entrevistados e entrevistados

Ozieli Ferreira

        Foi uma experiência diferente. Já havia feito outras matérias para o jornal Empreendedor no segundo semestre, mas sempre fui acompanhada por alguém. Dessa vez fui sozinha. No começo fiquei nervosa, tímida. Pensei que não ia conseguir, mas deu tudo certo.
       Quanto às dificuldades para apurar o material, a primeira foi agendar a entrevista. Levei três dias para conseguir. Foi preciso acampar na frente da casa do entrevistado. Era uma pessoa difícil,
suas respostas eram curtas e não era nada espontâneo, o que me deixou apavorada. Nossa conversa durou uns vinte minutos.

        Foi o momento de colocar em prática tudo que aprendi em “O que fazer diante de uma entrevista”. Percebi que se ficasse nervosa não ia conseguir nada, afinal de contas estava por dentro do assunto porque pesquisei tudo.
         Já para falar com o segundo entrevistado não foi preciso agendar. Era um senhor de 70 anos, então tinha mais disponibilidade de tempo. Conversamos durante uma hora e vinte minutos. O papo estava super agradável,  era um arquivo em pessoa.

Passei por duas situações diferentes, mas isso não me desanimou em seguir a profissão de jornalista. Situações como esta são comuns na vida desse profissional, então tenho que me acostumar e saber enfrentá-las.

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Errar para aprender

Poliana Araújo

 

Neste relatório falo um pouco de minha matéria para a 8ª edição do jornal laboratório da faculdade – FAA, o União Informa. A matéria trata do crescimento do comércio nos bairros Pintolândia e Santa Luzia, na rua que corta os dois bairros, rua Solon Rodrigues Pessoa.

            Minha experiência de campo foi bem mais difícil do que pensei. Aos poucos vou me enquadrando na vida de um verdadeiro jornalista. A árdua tarefa de entrevistar ou procurar pessoas que batem com o perfil de sua pauta é meio complicado, mas só se o seu pauteiro for você mesma. Esse foi meu caso, uma estudante do terceiro semestre de jornalismo que achava que tinha uma boa pauta, quando na verdade me faltava o fator principal, os personagens. A história era boa mais faltava muito para se chegar à perfeição e isso inclui os olhos críticos do meu professor.

Quando cheguei ao local das entrevistas me vi perdida entre várias pessoas e isso de cara me bloqueou. Primeiro dei uma boa olhada na área do comércio até o ponto de me sentir segura para abordar as pessoas. Em seguida escolhi os lugares e defini quais seriam meus entrevistados. Eu precisava de alguém que tivesse uma empresa ali e uma visão empreendedora (gerentes ou donos de lojas), em nível de comércio local claro e também precisava de pessoas que morassem nas redondezas há mais de cinco anos, ou seja, que tivesse conhecimento sobre o crescimento que o comércio vinha tendo.

Depois disso escolhi as empresas e as pessoas. A maioria que escolhi de primeira não deu certo, pois não tinham o perfil procurado.  A partir disso fui escolhendo pelo tempo de permanência ou pelo nome das lojas. Encontrei uma loja bem conhecida na cidade e falei com sua proprietária, uma senhora simpática, mas com muitas dificuldades de se expressar. Respondeu quase todas as perguntas com a cabeça ou então “sim” ou “não”. Com o resto das entrevistas foi mais fácil, o que deu um empurrão no andamento da matéria.  Colhi um pouco mais de quatro laudas de informações e me senti satisfeita com as respostas.

Levei poucas horas para fazer a matéria e não é por nada, mas senti que ficou boa para um aluno do terceiro semestre.

Aos poucos vou me firmando no chão, aprendendo e reconhecendo que se não existem erros, não se tem como melhorar. Por isso faço questão de errar para continuar me aperfeiçoando sempre.

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Nervosismo e surpresa

Deusevaldo Leal

Foi uma experiência marcante. Logo de cara tive que agendar a entrevista linear ao meu trabalho. Senti  falta de tempo para planejar. Foi legal, tive a participação da companheira Camila, que me foi fundamental.  

Logo que chegamos ao local veio o nervosismo, uma tensão que foi regredindo logo que fomos de encontro a nossa entrevistada que nos recebeu com muita simpatia. Atribui a Camila a missão de fazer as anotações. No primeiro momento não dei tanta importância para esta, pos estava com o gravador ligado.

A nossa entrevistada foi bastante pratica, respondeu os meus questionamentos com bastante clareza e ainda acrescentou informações que nos foi fundamental para o desenvolvimento da matéria.

A surpresa foi na hora de degravar a entrevista pos só aí fiquei sabendo que o gravador não tinha gravado nada. O que salvou a entrevista foi o que ficou na memória e as anotações da Camila.

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Experiência de campo

Daiana Saraiva

Bom, eu não tive tanta dificuldade em fazer a matéria, porque a pessoa que me cedeu a entrevista foi super educada. E também por eu ter um pouco de experiência foi mais fácil.
Na verdade a dificuldade foi mesmo na questão das fotos. Não tenho muita prática em fotografia, pedi a um colega do grupo para me ajudar e ficou bom.
No jornal impresso é necessário obter o máximo de informações para que a matéria fique boa. Muita das vezes o entrevistado fala pouco e é difícil escrever com pouca informação, ainda mais fechar uma página do jornal como foi o meu caso, mas ainda bem que meus entrevistados falaram bastante e me passaram informações boas.
Esse jornal laboratório é de muita importância para nós acadêmicos. Dá muito trabalho, mas vale a pena. O professor Edgar é muito rígido, mas é necessário para que nós tenhamos uma noção de como será quando estivermos no mercado de trabalho.

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Experiência proveitosa, porém difícil

Por Maria Fernanda Palhares de Azevedo

 Bom, fazer esse trabalho foi uma experiência proveitosa. Mas a meu ver, não estávamos preparamos o suficiente para a elaboração de um jornal laboratório.

Confesso que tive bastantes dificuldades. Antes de ir a campo, pesquisei mais sobre o tema da minha matéria. Corri atrás de duas pessoas responsáveis pelo meu tema que pudessem me dar uma entrevista falando sobre o assunto e fui esclarecendo minhas dúvidas através de assessorias. Infelizmente não consegui um dos entrevistados, mas assim mesmo continuei minha matéria.

Fui às ruas e em lojas ouvi a opinião de empresários e lojistas que usufruem do tema que eu abordei. O mais difícil para mim foi a construção da matéria. Tive muitas dúvidas.

Trabalhar com um número maior de pessoas, em grupo, foi um pouco complicado. Alguns não concordam com a idéia do outro, o que acaba sendo um grande problema. Mas enfim, todos de alguma forma se esforçaram muito para a elaboração do jornal.

Acredito que serviu de grande experiência e que com certeza no próximo tentaremos não repetir os erros desse.

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Novas experiências de futuros jornalísticas

Descobertas

 

Ir a campo foi uma experiência muito boa e ao mesmo tempo complicada, pois eu não sabia como iniciar esse processo de pesquisa.
      Mas fui em frente. Comecei andando no bairro para ver o número de igrejas tanto evangélicas como católicas. Tive um pouco de dificuldade em relação ao horário de funcionamento delas, que são bem diversos, e foi bem interessante pois sou católica e freqüentadora e nunca tinha achado a igreja do meu bairro já que moro no Santa Tereza  e a minha pesquisa fez com que eu à achasse e também conhecesse os membros da igreja.
     Fui em várias igrejas evangélicas, conversei com pastores e fiéis e achei que aprendi muito, pois tive que ter desenvoltura e agilidade para conversar e tentar tirar deles a essência que eu queria para a matéria. A parte da pesquisa é fundamental para uma melhor compreensão do assunto.

Atenciosamente,

Aliny Brito

 

 

 

Carentes de fotos

 

O assunto que eu abordei na minha matéria foi a Pastoral da Criança da Comunidade São João Batista. Entrevistei a coordenadora da pastoral, Marilene leude de Souza, e procurei saber tudo sobre os trabalhos que eles realizam com crianças carentes e gestantes. Infelizmente ela não tinha fotos dos encontros. Procurei com as líderes que trabalham com ela, mas só tinham fotos analógicas, com uma qualidade ruim. O único jeito foi fotografar a frente da Igreja Católica.

 

Bjsss…,                  

 

Maria da Conceição

 

 

Minha experiência na formação do jornal

 

Construir um jornal impresso não é fácil, principalmente quando se trata de um jornal laboratório, feito por acadêmicos de jornalismo e o assunto do jornal é restrito, focando apenas três bairros de nossa cidade.

A experiência adquirida é imensa, pois tudo o que estudamos na teoria, fazemos na prática.

É uma responsabilidade muito grande, porque nosso dever é informar a população sobre tudo o que acontece de bom ou de ruim nos bairros. Esse informar não é apenas escrever o que pensamos, mas sim colher dados, fazer entrevistas, tirar fotos e conhecer a realidade de cada bairro para através disso fazer uma matéria bem estruturada e com credibilidade.

Minha maior dificuldade foi montar a matéria, ou seja, passar para o papel todo o material apurado e também fazer as entrevistas, pois algumas pessoas não gostam de falar a respeito de alguns assuntos ou são envergonhadas. Estamos sujeitos a tudo, por isso temos que estar sempre preparados.

Para montar todo o jornal é necessário que todos do grupo colaborem e isso é bem complicado, pois cada um de nós tem compromissos e isso acaba muitas vezes atrapalhando o desenvolvimento do jornal. Matérias mal elaboradas e entregues com atraso mostram a falta de compromisso da nossa turma, mas pode mudar. Para ninguém ficar prejudicado, basta todos se conscientizarem e fazer sua parte com responsabilidade e dedicação.

Para o recolhimento do material para fazer a matéria, eu utilizei bloco de notas, pen drive para gravar e máquina fotográfica.

 

Neidiana S. de Oliveira  

 

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E aí, como foi?

A turma do terceiro semestre de jornalismo foi à campo e encarou o mundo para fechar a terceira edição do União Informa. A seguir, alguns depoimentos de como foi esse processo:

 Minha primeira crônica

Por Débora Menezes

 

Meu Deus, o que é uma crônica? Essa foi a primeira pergunta que veio no meu pensamento quando me passaram a missão de criar uma crônica para o jornal União Informa.

Chegando em casa, fui diretamente para a internet pesquisar no famoso Google como fazer uma boa crônica. Então, com toda  informação que obtive, comecei a escrever.

Escrevi 20 linhas e não saia mais nada, liguei para o professor Edgar Borges perguntando quantos caracteres uma crônica tinha que ter e ele respondeu ´´no mínimo 1.600 caracteres´´.

Ai, ai, ai…mudei três vezes de assunto ate que resolvi falar sobre calcanhar-de-aquiles. Já ouviu falar?  Calcanhar-de-aquiles  é uma expressão que significa o ponto fraco de alguém. Qual será o calcanhar de Aquiles das pessoas? Isso você vai saber se ler a terceira edição do jornal União Informa.

Minha experiência foi bem legal…acho que aprendi mais alguma coisa desse mundo chamado jornalismo.

 

Sem assunto, sem pauta

Por Marcus Paulo Miranda Dias 

 

Nessa edição senti muita dificuldade em pensar e elaborar uma pauta, pois estava sem nenhuma idéia que rendesse algo ao ponto de fazer uma matéria jornalística. Ficamos procurando algum projeto ou alguma coisa relacionada à música no bairro, mas não encontramos nada.

 

Decidimos fazer algo focando a falta de lazer e opção nos bairros União e Santa Tereza, ambos sem nenhum tipo de local adequado para distração e lazer para os moradores. Já no bairro Caranã, encontramos somente um ponto que desenvolve diversos tipos de atividades direcionadas a pessoas de todos os tipos de idade.

 

Em relação à edição dos materiais, a dificuldade foi muito maior, pois muitos deles foram entregues no prazo de entrega e o tempo para editar foi bem menor. Acho que isso ocorreu por conta da dificuldade que todo o grupo enfrentou para desenvolver idéias inovadoras e que renderiam uma boa matéria para o jornal.

 

 

Nada é tão simples

 

Por Ema Paloma

 

Nessa terceira edição do jornal União Informa, tive muitas dificuldades pelo fato de que eu mesma teria que me pautar, pois a missão de um pauteiro não é tão simples quanto muita gente pensa.

 

Além de direcionar o repórter, tem que ter muitas fontes e saber o que é de interesse da sociedade. Por isso, me senti perdida, sem saber em que escrever, por não saber quase nada sobre os bairros. Pensei muito, a ponto de várias vezes tirar dúvidas e pedir sugestões do professor Edgar, e assim fiquei com a pauta de lazer dos bairros União, Santa Teresa e Caranã.

 

Levei uma semana completa para executar o trabalho de entrevistas, tirar as fotos e encontrar os lugares onde os moradores dos bairros praticam o lazer e entretenimento. Durante as entrevistas tudo correu bem e não tive muita dificuldade na hora das perguntas e de encontrar algum morador do bairro para entrevistar.

 

 

A segunda vez é bem melhor

 

Por Andrielly Lima

 

Bem, está sendo a segunda vez em que tenho uma experiência aproximada das funções jornalísticas. Desta vez escrevi um artigo, com direcionamento voltado para a política local. Um amigo deu uma olhada, viu se tinha erros… Posso afirmar que foi bem mais prazeroso de fazer do que a minha ultima edição ( a coluna social), pois ao escrever um artigo você expressa sua opinião referente a algum fato.
 
Procurei falar de um assunto que estivesse ligado ao interesse da população. Espero ter sido clara e objetiva. Se assim não foi, desculpem-me,
é coisa de iniciante! O jornal laboratório serve exatamente para isso, para errar e aprender com esses erros. Além de proporcionar uma autocrítica e observação na escrita.

 
Nesta segunda edição de nossa equipe, tivemos a oportunidade ao lado do professor de analisarmos o que poderia vir a melhorar nessa edição, como as fotos tiradas em horários e equipamentos inapropriados, matérias que necessitavam de um pouco mais de profundidade e clareza e a diagramação que ficou um pouco a desejar.
 
Desta vez, dividimos a pauta de uma maneira em que não ficasse sobrecarregado para nenhum jornalista, consequentemente não gerando falhas em suas matérias. Cada um tem sua função e se a cumprir o resultado final será o esperado.

 

Enfim, obrigada a todos pela ajuda e apoio. À equipe pelo desempenho, ao professor pela paciência e compreensão e aos leitores.

 

Um beijo.

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