Terceirosemestre’s Weblog

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Entrevistados e entrevistados

Ozieli Ferreira

        Foi uma experiência diferente. Já havia feito outras matérias para o jornal Empreendedor no segundo semestre, mas sempre fui acompanhada por alguém. Dessa vez fui sozinha. No começo fiquei nervosa, tímida. Pensei que não ia conseguir, mas deu tudo certo.
       Quanto às dificuldades para apurar o material, a primeira foi agendar a entrevista. Levei três dias para conseguir. Foi preciso acampar na frente da casa do entrevistado. Era uma pessoa difícil,
suas respostas eram curtas e não era nada espontâneo, o que me deixou apavorada. Nossa conversa durou uns vinte minutos.

        Foi o momento de colocar em prática tudo que aprendi em “O que fazer diante de uma entrevista”. Percebi que se ficasse nervosa não ia conseguir nada, afinal de contas estava por dentro do assunto porque pesquisei tudo.
         Já para falar com o segundo entrevistado não foi preciso agendar. Era um senhor de 70 anos, então tinha mais disponibilidade de tempo. Conversamos durante uma hora e vinte minutos. O papo estava super agradável,  era um arquivo em pessoa.

Passei por duas situações diferentes, mas isso não me desanimou em seguir a profissão de jornalista. Situações como esta são comuns na vida desse profissional, então tenho que me acostumar e saber enfrentá-las.

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Errar para aprender

Poliana Araújo

 

Neste relatório falo um pouco de minha matéria para a 8ª edição do jornal laboratório da faculdade – FAA, o União Informa. A matéria trata do crescimento do comércio nos bairros Pintolândia e Santa Luzia, na rua que corta os dois bairros, rua Solon Rodrigues Pessoa.

            Minha experiência de campo foi bem mais difícil do que pensei. Aos poucos vou me enquadrando na vida de um verdadeiro jornalista. A árdua tarefa de entrevistar ou procurar pessoas que batem com o perfil de sua pauta é meio complicado, mas só se o seu pauteiro for você mesma. Esse foi meu caso, uma estudante do terceiro semestre de jornalismo que achava que tinha uma boa pauta, quando na verdade me faltava o fator principal, os personagens. A história era boa mais faltava muito para se chegar à perfeição e isso inclui os olhos críticos do meu professor.

Quando cheguei ao local das entrevistas me vi perdida entre várias pessoas e isso de cara me bloqueou. Primeiro dei uma boa olhada na área do comércio até o ponto de me sentir segura para abordar as pessoas. Em seguida escolhi os lugares e defini quais seriam meus entrevistados. Eu precisava de alguém que tivesse uma empresa ali e uma visão empreendedora (gerentes ou donos de lojas), em nível de comércio local claro e também precisava de pessoas que morassem nas redondezas há mais de cinco anos, ou seja, que tivesse conhecimento sobre o crescimento que o comércio vinha tendo.

Depois disso escolhi as empresas e as pessoas. A maioria que escolhi de primeira não deu certo, pois não tinham o perfil procurado.  A partir disso fui escolhendo pelo tempo de permanência ou pelo nome das lojas. Encontrei uma loja bem conhecida na cidade e falei com sua proprietária, uma senhora simpática, mas com muitas dificuldades de se expressar. Respondeu quase todas as perguntas com a cabeça ou então “sim” ou “não”. Com o resto das entrevistas foi mais fácil, o que deu um empurrão no andamento da matéria.  Colhi um pouco mais de quatro laudas de informações e me senti satisfeita com as respostas.

Levei poucas horas para fazer a matéria e não é por nada, mas senti que ficou boa para um aluno do terceiro semestre.

Aos poucos vou me firmando no chão, aprendendo e reconhecendo que se não existem erros, não se tem como melhorar. Por isso faço questão de errar para continuar me aperfeiçoando sempre.

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Nervosismo e surpresa

Deusevaldo Leal

Foi uma experiência marcante. Logo de cara tive que agendar a entrevista linear ao meu trabalho. Senti  falta de tempo para planejar. Foi legal, tive a participação da companheira Camila, que me foi fundamental.  

Logo que chegamos ao local veio o nervosismo, uma tensão que foi regredindo logo que fomos de encontro a nossa entrevistada que nos recebeu com muita simpatia. Atribui a Camila a missão de fazer as anotações. No primeiro momento não dei tanta importância para esta, pos estava com o gravador ligado.

A nossa entrevistada foi bastante pratica, respondeu os meus questionamentos com bastante clareza e ainda acrescentou informações que nos foi fundamental para o desenvolvimento da matéria.

A surpresa foi na hora de degravar a entrevista pos só aí fiquei sabendo que o gravador não tinha gravado nada. O que salvou a entrevista foi o que ficou na memória e as anotações da Camila.

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Experiência proveitosa, porém difícil

Por Maria Fernanda Palhares de Azevedo

 Bom, fazer esse trabalho foi uma experiência proveitosa. Mas a meu ver, não estávamos preparamos o suficiente para a elaboração de um jornal laboratório.

Confesso que tive bastantes dificuldades. Antes de ir a campo, pesquisei mais sobre o tema da minha matéria. Corri atrás de duas pessoas responsáveis pelo meu tema que pudessem me dar uma entrevista falando sobre o assunto e fui esclarecendo minhas dúvidas através de assessorias. Infelizmente não consegui um dos entrevistados, mas assim mesmo continuei minha matéria.

Fui às ruas e em lojas ouvi a opinião de empresários e lojistas que usufruem do tema que eu abordei. O mais difícil para mim foi a construção da matéria. Tive muitas dúvidas.

Trabalhar com um número maior de pessoas, em grupo, foi um pouco complicado. Alguns não concordam com a idéia do outro, o que acaba sendo um grande problema. Mas enfim, todos de alguma forma se esforçaram muito para a elaboração do jornal.

Acredito que serviu de grande experiência e que com certeza no próximo tentaremos não repetir os erros desse.

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Minha primeira experiência como jornalista

Todos nos sabemos que há uma grande diferença entre prática e teoria, principalmente quando é a primeira vez que vamos praticar de fato algo que durante muito tempo estudamos, para assim poder exercer a profissão de melhor maneira possível e ser um bom profissional.
 
Minha primeira experiência na prática aconteceu no dia 30 de agosto, quando eu recebi a “missão” de fazer uma matéria jornalística voltada ao bairro União, mostrando os trabalhos que as igrejas evangélicas desenvolvem no bairro.

Sem dúvida nenhuma foi uma boa experiência, pois de fato pude sentir e ve o que acontece nos bastidores de um jornal, desde sua idealização até a colheita de informações, as entrevistas, e por último o seu processo de diagramação.
 
Apesar de ter enfrentado muitos desafios como o sol quente e da minha dificuldade de entrevistar as pessoas, tive uma satisfação enorme ao entrevistar pastores de algumas igrejas dos bairros e ver que num mundo onde pessoas se corrompem, onde há tanta miséria, tantas diferenças sociais, pude notar através das entrevistas o quanto ainda existem pessoas que se preocupam com o próximo e tentam ajudar da maneira mais simples que existe, muitas vezes dando uma palavra de incentivo, outras vezes dividindo o pão e o amor que a bíblia prega.

 

Ema Paloma Albuquerque

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Sobre reportagens e edições

A execução da pauta foi um pouco complicada, pois estávamos atrás de fontes que poderiam oferecer informações sobre o projeto Empresa Júnior e não estávamos conseguindo encontrar essas pessoas. Finalmente conseguimos falar com uma das professoras do projeto, pois o coordenador estava muito ocupado e não conseguimos de forma alguma marcar alguma entrevista com ele.
Fomos à sala dessa professora um dia antes para marcarmos uma entrevista na própria faculdade no período da noite. Ligamos pra ela no dia seguinte, à tarde, e ela confirmou novamente. Ao chegar à faculdade, esperamos chegar a hora marcada (20h) e fomos à sala dela. Chegando lá, a secretária nos informou que ela havia comparecido na Faculdade, mas já tinha ido embora.
Logo em seguida entrei em contato com ela e recebemos a resposta de que havia esquecido da entrevista, mas pediu para irmos à faculdade no dia seguinte, às 8h da manhã, para fazermos a entrevista. Assim foi feito.
A parte mais complicada foi a questão de ter me comprometido como um dos editores do jornal, pois tive muitos problemas quanto aos materiais que apresentavam diversos erros, alguns quase impossíveis de se resolver. Várias pessoas entregaram o material em cima da hora e tivemos pouco tempo para analisá-los detalhadamente.

Marcus Paulo Miranda Dias

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Sobre a experiência de editar um Jornal Experimental

No segundo semestre não tive a oportunidade de participar de nem uma edição, mas ouvir muito os colegas falarem que não é fácil ser editor, porém não é impossível.

Já agora no terceiro semestre, posso falar de como é realmente o trabalho de um editor, primeiro de tudo é uma grande responsabilidade, que começa quando são divididas todas as funções.

Montar um jornal é praticamente como construir uma família, que começa com os pauteiros, que passa para os repórteres, que entregam para os revisores e que chega até os editores e sem falar nos fotógrafos que também faz parte, e assim todo esse repasse se transforma em um conjunto para o desenvolvimento de bom trabalho.

E para mim foi muito gratificante essa experiência, acredito que serviu para acrescentar no meu aprendizado, digo ainda, não sou nem uma profissional, mas foi muito bom aprender e estou aberta para novas experiências.

De fato é uma ousadia poder criar e dar cara a um jornal, mesmo que para isso seja preciso perder alguns finais de semana, com isso vejo como é importante trabalhar em conjunto e ter a humildade de saber ouvir e de opinar no momento certo.

Arleide Loura Rios

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Diário de bordo da 1ª edição do União Informa 2008

Ano novo, semestre novo e desafio novo 

 Helen Júlia Pereira de Matos   

Amadurecida e cheia de idéias, iniciei o terceiro semestre da Faculdade de Jornalismo da Atual, O projeto do jornal laboratório, O União Informa, é mais uma vez o carro-chefe do curso.

Foram definidas as funções de cada acadêmico nesta nova etapa do jornal. Coube a mim a função de pauteira, cuja tarefa não considerei das mais difíceis. Talvez porque a atmosfera que vivo e o mundo de informações que encontro a cada esquina me proporcionaram desenvolver meu raciocínio e cumprir meu trabalho.

Das pautas que apresentei, destaquei a questão da Área de Livre Comércio, questionei a segurança dentro do Campus da Atual e ainda a xérox da faculdade, que cada vez mais apertada, deixa a desejar, fazendo com que o atendimento se torne mais lento. Pautas essas, que rendendo boas matérias, levarão às pessoas um significado, um esclarecimento ou a melhoria e solução de um problema. Mas talvez o ponto que mais tenha me chamado a atenção foi ajudar uma colega de classe (Francisca), a tentar entregar sua pauta.

Tivemos que driblar todos os tropeços que um mal dia e forças negativas puderam enviar. Eu, que acredito sempre naquela célebre frase que diz “no fim, tudo dá certo.” me dediquei ao máximo para tirá-la dessa enrascada.Francisca não conseguia visualizar seu trabalho, salvo no pen-drive. No laboratório de informática os programas disponíveis não conseguiam abri-lo. Recorremos então ao estabelecimento Plasma, próximo à Atual, que presta vários serviços de informática, trabalhos acadêmicos e outros, porém nada feito.

Depois de muitas pernas pra lá e pra cá, os olhinhos dela, que já não resistiam mais a tanta pressão, quase se desmancharam. Felizmente, conseguimos reverter a situação e salvamos novamente o documento, desta vez em nova versão. Ela conseguiu entregar seu trabalho e enfim também cumprir seu prazo.

 Este foi um desses dias em que mais do que ver as pessoas passando por situações de desconforto, o jogo é você se imaginar no lugar delas. Mais do que ficar inerte à situação alheia, é vivê-la e ter o desafio de ajudar.

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